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    <title>DSpace Community: Esta sub-comunidade é constituída por documentos em suporte áudio e vídeo sobre a história e património do concelho de Esposende</title>
    <link>https://hdl.handle.net/20.500.12940/1946</link>
    <description>Esta sub-comunidade é constituída por documentos em suporte áudio e vídeo sobre a história e património do concelho de Esposende</description>
    <pubDate>Wed, 08 Apr 2026 08:38:14 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-08T08:38:14Z</dc:date>
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      <title>DSpace Community: Esta sub-comunidade é constituída por documentos em suporte áudio e vídeo sobre a história e património do concelho de Esposende</title>
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      <link>https://hdl.handle.net/20.500.12940/1946</link>
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    <item>
      <title>50 anos do 25 de abril I 50 anos de democracia no concelho de Esposende</title>
      <link>https://hdl.handle.net/20.500.12940/20101</link>
      <description>&lt;b&gt;Title&lt;/b&gt;: 50 anos do 25 de abril I 50 anos de democracia no concelho de Esposende
&lt;b&gt;Author(s)&lt;/b&gt;: Leite, Luísa, [1962 -  ]; Losa, Manuel [1968 - ]; Guerra, Margarida [2000 -  ]
&lt;b&gt;Description&lt;/b&gt;: Filme de apresentação dos documentos políticos, partidários e panfletários de todos os partidos e movimentos partidários, de 1974 a 2024, realizado no âmbito das comemorações do cinquentenário da revolução do 25 de abril de 1974. Embora seja composto essencialmente por documentação textual, foram incluídas algumas fotografias da época, 1974 e 1975,  bem como excertos de filmes da RTP.
&lt;b&gt;Other informations&lt;/b&gt;: A maior parte da documentação foi descrita com base no livro "O Poder Local em Esposende: 40 anos de promessas e picardias" de Manuel Albino Penteado Neiva, 2014.
&lt;b&gt;Type&lt;/b&gt;: movingImage</description>
      <pubDate>Mon, 07 Apr 2025 10:34:14 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/20.500.12940/20101</guid>
      <dc:date>2025-04-07T10:34:14Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Rio Neiva – Correntes de Memória</title>
      <link>https://hdl.handle.net/20.500.12940/10808</link>
      <description>&lt;b&gt;Title&lt;/b&gt;: Rio Neiva – Correntes de Memória
&lt;b&gt;Author(s)&lt;/b&gt;: Viana, Pedro
&lt;b&gt;Description&lt;/b&gt;: Filme com recurso a testemunhos reais e a imagens de época, que descreve o trabalho relacionados com o cultivo do linho, a apanha do pilado e a serração tradicional no rio Neiva. Realizado em 2018, Ano Europeu do Património Cultural,  no âmbito das Jornadas Culturais de Antas, na iniciativa "À descoberta das freguesias" com o Museu Municipal de Esposende. Os testemunhos são de: Hilário Afonso Sampaio [1925-2019], Manuel Ferreira da Cruz [1937-2020], Rosa Pires [1927 - 2020], Bernardo de Azevedo Viana [1923 -2021],Manuel Gregório e Cândida Azevedo [1925-  ], Isabel Torres [1955-  ].
&lt;b&gt;Type&lt;/b&gt;: movingImage</description>
      <pubDate>Tue, 08 Feb 2022 19:21:39 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/20.500.12940/10808</guid>
      <dc:date>2022-02-08T19:21:39Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>O sargaço nas masseiras</title>
      <link>https://hdl.handle.net/20.500.12940/10416</link>
      <description>&lt;b&gt;Title&lt;/b&gt;: O sargaço nas masseiras
&lt;b&gt;Author(s)&lt;/b&gt;: Silva, Manuel Almeida [1935 - ]
&lt;b&gt;Other responsabilities&lt;/b&gt;: Barbieri, José, registo vídeo e áudio; Sousa, Filomena, entrevista
&lt;b&gt;Description&lt;/b&gt;: Testemunho de Manuel Silva, recolhido em 2010,  sobre a utilização do sargaço como adubo nas masseiras, campos de cultivo característicos de Apúlia, concelho de Esposende.&#xD;
A recolha ou apanha de algas marinhas, designado sargaço, argaço ou limos, para adubação das terras de cultura, é uma das mais importantes fainas da lavoura que se situam no mar, especialmente no norte de Portugal. A apanha do sargaço assumiu em Apúlia características únicas, o fez com que o sargaceiro fosse considerado um dos ex-líbris do concelho. Em Agosto de 1934 realizou-se no Palácio de Cristal, no Porto, a Grande Exposição do Mundo Português e o concelho de Esposende enviou uma delegação composta por sessenta sargaceiros - trinta homens e trinta mulheres - por considerar a originalidade e autenticidade do traje e ainda pela atividade agro - marítima que representava, isto é, a apanha do sargaço como revelador da identidade do território esposendense. Na década de 40 do século XX é criado o Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia, que recria danças e músicas tradicionais baseadas na faina agro marítima do sargaceiro.
&lt;b&gt;Type&lt;/b&gt;: movingImage</description>
      <pubDate>Fri, 28 Jan 2022 12:24:46 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/20.500.12940/10416</guid>
      <dc:date>2022-01-28T12:24:46Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>O pilado nas masseiras</title>
      <link>https://hdl.handle.net/20.500.12940/10435</link>
      <description>&lt;b&gt;Title&lt;/b&gt;: O pilado nas masseiras
&lt;b&gt;Author(s)&lt;/b&gt;: Silva, Manuel Almeida [1935 - ]
&lt;b&gt;Other responsabilities&lt;/b&gt;: Sousa, Filomena, entrevista; Barbieri, José, vídeo e áudio
&lt;b&gt;Description&lt;/b&gt;: Testemunho de Manuel Silva, recolhido em 2010, sobre o caranguejo pilado  para servir de adubo nas masseiras. A recolha ou apanha de algas marinhas, designado sargaço, argaço ou limos, para adubação das terras de cultura, é uma das mais importantes fainas da lavoura que se situam no mar, especialmente no norte de Portugal. A apanha do sargaço assumiu em Apúlia características únicas, o fez com que o sargaceiro fosse considerado um dos ex-líbris do concelho. Em Agosto de 1934 realizou-se no Palácio de Cristal, no Porto, a Grande Exposição do Mundo Português e o concelho de Esposende enviou uma delegação composta por sessenta sargaceiros - trinta homens e trinta mulheres - por considerar a originalidade e autenticidade do traje e ainda pela atividade agro - marítima que representava, isto é, a apanha do sargaço como revelador da identidade do território esposendense. Na década de 40 do século XX é criado o Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia, que recria danças e músicas tradicionais baseadas na faina agro marítima do sargaceiro.
&lt;b&gt;Type&lt;/b&gt;: movingImage</description>
      <pubDate>Fri, 28 Jan 2022 12:32:23 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/20.500.12940/10435</guid>
      <dc:date>2022-01-28T12:32:23Z</dc:date>
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