<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>DSpace Collection:</title>
  <link rel="alternate" href="https://hdl.handle.net/20.500.12940/137" />
  <subtitle />
  <id>https://hdl.handle.net/20.500.12940/137</id>
  <updated>2026-04-14T13:10:07Z</updated>
  <dc:date>2026-04-14T13:10:07Z</dc:date>
  <entry>
    <title>Real Fábrica de Vidros de Vilarinho da Furna, de Gomes, Mattos, Araújo &amp; Companhia</title>
    <link rel="alternate" href="https://hdl.handle.net/20.500.12940/292" />
    <author>
      <name />
    </author>
    <id>https://hdl.handle.net/20.500.12940/292</id>
    <updated>2021-11-30T19:16:05Z</updated>
    <published>2021-10-29T10:33:45Z</published>
    <summary type="text">&lt;b&gt;Title&lt;/b&gt;: Real Fábrica de Vidros de Vilarinho da Furna, de Gomes, Mattos, Araújo &amp; Companhia
&lt;b&gt;Description&lt;/b&gt;: Em 9 de outubro de 1805 foi Instituída a Real Fabrica de Vidros de Vilarinho da Furna, propriedade de Felix, Gomes, Mattos, Araújo &amp; Companhia, em 15 de abril de 1807 por Alvará, é concedida autorização, para a criação de uma empresa vidreira, por prazo de 10 anos renováveis. Segundo Tude de Sousa "[...] A ignorância e a má vontade dos povos próximos, que não viam com bons olhos a sombra de tão poderosa vizinhança, cuja importância e benefícios não sabiam medir e a intriga que intensamente se forjou, dispuseram mal pelo futuro da fabrica e assim foi que, com o pretexto de entrada dos franceses pela Portela, e capitaneados pelo abade de Carvalheira, seduzido por influencias inglesas, que odiavam os progressos industriais do país, os povos assaltaram e saquearam a fábrica, lançando-lhe fogo em 11 de Julho de 1808. Destruída, não mais pensaram os seus possuidores em a relevantar, caindo-lhe os últimos restos de parede, que ainda podiam ver-se em 1855/56".
&lt;b&gt;Type&lt;/b&gt;: image</summary>
    <dc:date>2021-10-29T10:33:45Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

